Quero, mas estou de partida. Querendo muito que você me alcance.
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Tantos passam por
meus dias e logo se tornam névoa, feito sonho que vai sendo esquecido entre o
som do despertador e o primeiro pé que se finca no chão, a pisar o novo dia.
Vão-se feito chuva. Ora miúda, das que mal deixam registro de passagem, ora
tornados devastadores. Mesmo que nossos destinos trilhem a mesma cidade, o
mesmo quarteirão, alguns nunca voltam. Outros retornam em algum ponto, mas é um
erro. Há que saber deixar partir. Assim, muitos dos melhores se perdem para
sempre.
Há ainda os que vão e voltam, em ondas, eternas ou não. Nos divertimos nos reencontros mas a distancia renovada não nos leva a tecer pensamentos e considerações além.
Outros ficam. Por perto, ou nem tanto, mas nunca nos deixam. É preciso saber quem não se pode deixar partir. Mares e terra ora árida ora fértil ora sobrepovoada, entre nós. Cotidianos díspares. Enfrentando diariamente desafios e engarrafamentos diferentes. Eventualmente o mesmo concerto em outros dias e latitudes. E, ainda assim, sempre causam suspiros fundos a cada sorriso que se desenhe em píxels imperfeitos. Um postal que chega fazendo sorrir a tarde sorumbática. Um ouvido emprestado pra contar do amor novo que, ainda aos tropeços, procura seu caminho em direção ao peito. Ou mesmo uma história boba para dormir, quando o mundo parece não querer se apagar.
Quando partir. Quando voltar. Quando ficar? Apenas escolha, e reze para acertar.
Há ainda os que vão e voltam, em ondas, eternas ou não. Nos divertimos nos reencontros mas a distancia renovada não nos leva a tecer pensamentos e considerações além.
Outros ficam. Por perto, ou nem tanto, mas nunca nos deixam. É preciso saber quem não se pode deixar partir. Mares e terra ora árida ora fértil ora sobrepovoada, entre nós. Cotidianos díspares. Enfrentando diariamente desafios e engarrafamentos diferentes. Eventualmente o mesmo concerto em outros dias e latitudes. E, ainda assim, sempre causam suspiros fundos a cada sorriso que se desenhe em píxels imperfeitos. Um postal que chega fazendo sorrir a tarde sorumbática. Um ouvido emprestado pra contar do amor novo que, ainda aos tropeços, procura seu caminho em direção ao peito. Ou mesmo uma história boba para dormir, quando o mundo parece não querer se apagar.
Quando partir. Quando voltar. Quando ficar? Apenas escolha, e reze para acertar.
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